domingo, 15 de abril de 2012

Fotos das Exposições Orais

Aqui estão algumas das fotos que ilustram as Exposições Orais.










2ª e 3ª Exposição Oral - Professoras A e C

2ª Exposição Oral - Professora A


Esta sessão iniciou-se apenas cinco minutos mais tarde que o previsto (12h00), devido ao tempo gasto na sessão anterior.
            Como o guião para todas as turmas é o mesmo, esta sessão acabou por se revelar bastante parecida à primeira, sendo que as perguntas foram sempre as mesmas, os debates e conversas abordavam os mesmos assuntos, e as idas ao quadro pelos alunos tinham a mesma finalidade que as anteriores.
            Ainda assim, aconteceram algumas situações e respostas diferenciadas da turma anterior. Por exemplo, quando questionados sobre os nutrientes, a maioria dos alunos não possuía qualquer conhecimento sobre o tema, sendo que apenas relacionava com a alimentação saudável, o que deixou a professora responsável um pouco admirada, pois, como referiu, “já falámos um pouco disso no segundo ano!”. Alguns alunos tiveram dificuldade até a diferenciar um alimento de um nutriente, pois diziam que “uma vitamina é um alimento”, ou até que o leite era “um nutriente”.
            Em relação às funções dos nutrientes, as respostas também não foram as melhores, pois os alunos desconheciam, quase por completo, as funções, revelando apenas que os nutrientes “dão energia”. Revelou-se também uma complicação, explicar porque certos nutrientes tinham algumas funções, e outros tinham outras funções.
            No que diz respeito aos jogos interativos, ambos correram da melhor forma, pois os alunos participaram bastante, e o grupo sentiu que, os conhecimentos que faltavam, pelo menos ficaram um pouco mais na lembrança dos alunos. Deste modo, os alunos divertiram-se, participaram e aprenderam muito mais facilmente. Alguns até perguntaram se era possível disponibilizar os jogos na escola, para poderem jogar mais tarde.
            O único assunto em que esta turma se sentiu mais segura a discutir, relaciona-se com a roda dos alimentos. Outras matérias, como a diferença entre “macronutrientes” e “micronutrientes”, e o significado de “superalimentação” eram um “território” completamente novo para eles.
            A sessão terminou à hora de almoço, por volta das 13h00. Concluindo, foi uma sessão que correu bastante bem, apesar de a turma desconhecer por completo a maior parte dos temas abordados, o que constitui um desafio para o grupo de trabalho.

3ª Exposição Oral - Professora C

A terceira sessão, foi totalmente idêntica às duas primeiras, pois o guião seguido foi o mesmo.
A sessão teve início após o almoço dos alunos, às 13h15. Os alunos começaram a chegar em grupos, seguidos pela professora. Muitos foram à casa de banho, e outros demoraram muito tempo a acalmarem-se do intervalo, o que fez com que a sessão começasse para lá das 13h20. De todos os temas abordados, a roda dos alimentos foi aquele que, mais uma vez, era do conhecimento geral da turma. O grupo de trabalho sentiu que os alunos já tinham algum conhecimento prévio sobre os temas, pois as respostas dadas não eram tão vagas como da turma atrás apresentada.
A sessão terminou às 14h15.
Depois de um início atribulado, a turma revelou-se bastante participativa e respeitadora, o que facilitou todo o decorrer da sessão.
Mais uma vez, foi pedido à professora que dê-se autorização para tirar algumas fotografias, apenas com o intuito ilustrativo da sessão.

1ª Exposição Oral - Professora B

O grupo de trabalho chegou à sala de aula pelas 10h30, sendo que, quando lhe foi dada a oportunidade, começou a preparar os recursos a utilizar, como o computador, o quadro interativo, organizou os paus de giz de várias cores e limpou o quadro. Às 11 horas tocou para o final do intervalo, sendo que os alunos foram regressando à sala de aula em grupo, e na maioria, quando se deparavam com o grupo de trabalho, soltavam risinhos, e comentavam entre si, entusiasmados. Quando entrou a professora, esta pôs-nos à vontade, e após acalmar a turma, deu-nos permissão para iniciar a sessão.
A sessão teve início por volta das 11h07. O grupo, antes de iniciar a temática, perguntou aos alunos se se lembravam do que tinha acontecido na sessão passada, e se suspeitavam do que iria acontecer nesta. Após uma breve conversa, foi explicado aos alunos como iria decorrer a atual sessão, iniciando a mesma com uma pergunta:” Sabem o que são os nutrientes?”. Desta forma, o grupo de trabalho apercebeu-se que, apesar da maioria dos alunos reconhecer a palavra “nutrientes”, não conseguia verbalizar o seu significado, identificando algumas palavras relacionadas, como “vitaminas” (tipo de nutrientes), “energia” (tipo de função), “fruta” e “legumes”.
De seguida, o grupo perguntou aos alunos, em geral, se sabiam quantos tipos de nutrientes existem e quais eram, sendo que ouviu respostas como “cento e vinte e cinco”, e “iogurte” e “leite”, respetivamente. Com estas perguntas, o grupo apercebeu-se da falta de conhecimento dos alunos pela temática, principalmente na verbalização dos conceitos mais técnicos, como “Lípidos”, “Glícidos” ou “Prótidos”. Ao mesmo tempo que a sessão decorria, ia sendo pedido aos alunos que, quando dessem uma resposta correta, que viessem ao quadro e escrevessem, ou seja, um a um, foram escritos todos os tipos de nutrientes, alguns alimentos que contêm esses nutrientes (relacionados com setas também desenhadas pelos alunos), e as funções que têm certos nutrientes. Quando questionados sobre as funções dos nutrientes, os alunos, na sua maioria, respondiam que dava energia, e que nos protegiam de doenças, mas não conseguiam relacionar as funções, com os nutrientes, por exemplo, as proteínas/prótidos têm a função energética. Uma das funções que desconheciam por completo relaciona-se com a função plástica, que regenera as células.
Quando questionados sobre a diferença entre “macronutrientes” e “micronutrientes”, os alunos não conseguiram responder, revelando total desconhecimento acerca dos conceitos. Demorou um pouco para que os alunos percebessem que, apesar do grupo “macronutrientes” possuir o maior número de alimentos, contém menos tipos de nutrientes (Glícidos, lípidos e prótidos), e o facto do grupo “micronutrientes” possuir o menor número de alimentos, ser constituído por mais tipos de nutrientes (Água, vitaminas, minerais e fibras).
De seguida, e para consolidar estes últimos conhecimentos, o grupo de trabalho apresentou um jogo interativo sobre os nutrientes, que consistia num painel, onde aparecia, no canto superior direito, um alimento (por exemplo o queijo), e no restante espaço, alguns tipos de nutrientes apareciam e desapareciam em constante movimento, sendo que, os alunos que foram participar, dirigiram-se ao quadro interativo, e com a caneta eletrónica, colocaram um circulo por volta do nutriente que consideravam pertencer ao alimento. O grupo considera que, com este jogo, os poucos conhecimentos que os alunos tinham sobre esta temática aumentaram bastante, pois a simplicidade do jogo proporcionou a que os alunos retesem melhor os conhecimentos, ao mesmo tempo que se divertiam e ajudavam os colegas que participavam no jogo.
Seguidamente, o grupo de trabalho questionou os alunos sobre a roda dos alimentos. Neste tema, os alunos demonstravam estar mais à vontade, sendo que, no geral, todos sabiam ou tinham conhecimento sobre o gráfico alimentar. Também na maioria, os alunos sabiam que alimentos deviam comer mais, e que constituíam a maior parcela na roda dos alimentos, pois davam respostas como “legumes”, “brócolos”, “fruta”, “pera”, entre outros. O grupo de trabalho, ao perceber que os alunos encontravam-se seguros das suas respostas, tentaram “brincar” com eles, ou seja, faziam perguntas do género “As gorduras não fazem falta no nosso corpo, não é?”, “A água não se deve beber muita, certo?”, ou “Comer muitos doces faz parte de uma alimentação saudável, sim?”. Com estas perguntas, os alunos interagiam com mais facilidade, riam-se e participavam, pois aprendiam a “brincar”.
Antes de passar para ao próximo jogo interativo, o grupo de trabalho perguntou à turma se conheciam a pirâmide dos alimentos, sendo que esta, no geral, sabiam do que se tratava. Desta forma, iniciou-se o jogo, que consistia no facto de, no quadro interativo, aparecer uma pirâmide vazia, apenas dividida, com vários alimentos ao seu redor, onde o objetivo de cada aluno prendia-se na colocação de cada alimento, na sua parcela respetiva. Todos os alunos queriam participar, sendo que, quando não eram escolhidos, apoiavam e ajudavam o colega na procura pelos alimentos corretos.
Antes de terminar, foi feita a pergunta “Sabem o que é uma superalimentação?”. Aqui, a maioria das respostas foi errada, pois muitos alunos disseram que uma superalimentação é “comer comida saudável”, “é comer uma maçã ao lanche” ou “é comer legumes”. Após as respostas, o grupo de trabalho referiu que uma superalimentação é uma alimentação que consiste na ingestão de muitos alimentos, muitas vezes ao dia, o que provoca vários problemas no organismo, levando, como uma aluna referiu, “à obesidade infantil”. Para terminar, foi feito um pequeno debate sobre as regras de boa alimentação, onde a maioria dos alunos se revelou estar familiarizada com o tema, dando respostas como “comer pouco a cada refeição”, “fazer cinco a seis refeições por dia” e “intervalar as refeições de duas a três horas”.
Desta forma concluiu-se a sessão às 12h em ponto. No geral, a turma portou-se bem, nunca tendo sido indelicados ou malcriados com o grupo de trabalho. O único problema consistiu no facto de todos quererem participar, o que, muitas vezes, levava a que não respeitassem a ordem de colocar o braço no ar para falar, provocando algum barulho, e dificultando um pouco o nosso trabalho, enquanto mediadores. Desta forma, o grupo considera que a sessão foi um sucesso, pois todos os alunos participaram e divertiram-se, sendo que, no final, obtivemos um feedback bastante positivo por parte da professora.

Guião das Exposições Orais

O grupo de trabalho elaborou um guião para descrever o programa das Exposições Orais.
Nestas sessões serão expostos diversos conteúdos relacionados principalmente com a área dos Nutrientes.
Para além disso, serão também realizados dois jogos para aplicar e clarificar os conteúdos apresentados.



Revisão da Avaliação

O grupo de trabalho ao refletir sobre o percurso do projeto sentiu necessidade de rever a planificação da avaliação.
            Quanto aos alunos, inicialmente previa-se a realização de mini entrevistas junto dos mesmos com o objetivo de sondar a sua opinião relativamente às atividades em que estiveram envolvidos. O grupo considera obter informação mais credível através da realização de questionários, em substituição das mini entrevistas, principalmente porque não seria possível a realização dessas mesmas mini entrevistas individualmente a cada aluno. Através dos questionários o grupo poderá saber as atividades em que os alunos mais gostaram de participar, aquelas em que sentiram mais dificuldades e também que conhecimentos novos adquiriram.
            Será também possível avaliar os conhecimentos adquiridos pelos alunos através das Atividades ao Ar Livre, descritas na fase de planificação do projeto, uma vez que os jogos que serão realizados possuem um cariz avaliativo, dadas as questões que contém.
            Relativamente aos restantes agentes educativos, o grupo sentiu a necessidade de rever também a sua estratégia de avaliação pois não seria útil a realização de reuniões junto da Coordenadora da escola nem dos Responsáveis pela Área Pedagógica do Agrupamento, uma vez que os mesmos não estiveram presentes no decorrer da implementação do projeto e não saberão portanto referir aspetos importantes. Em substituição da estratégia anteriormente planeada, o grupo de trabalho irá realizar entrevistas semi-diretivas às 3 Professoras do 4º ano, com o objetivo de sondar a sua opinião relativamente à prestação do grupo e ao impacto do projeto junto do seu público-alvo.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Marcação das datas para a próxima atividade - Atividades em Sala de Aula

Após as Exposições Orais, o grupo de trabalho tentou marcar as próximas sessões que serão atividades em sala de aula, mas ao falar com a coordenadora Teresa deparou-se com um imprevisto. A mesma referiu que é necessário preparar as turmas de 4º ano para as provas de aferição que se irão realizar a meados de Maio e que seria conveniente adiarmos as sessões para depois dessa data.  


Esta situação levou à necessidade de adiar estas sessões da segunda quinzena de Abril para a segunda quinzena de Maio o que nos ia sobrepor imenso trabalho, mas para o bem dos alunos e do bom funcionamento escolar, não nos foi dado alternativa.


Sendo assim, as Atividades em Sala de Aula ficaram marcadas para as três turmas no dia 18 de Maio nos seguintes horários:

Professora A às 11h
Professora B às 9h
Professora C às 13h15


sábado, 7 de abril de 2012

Aprendizagens decorrentes da leitura da tese de mestrado

Ao ler e analisar a tese de mestrado deparei-me com o importante fato de na mesma apenas constarem as fases de diagnóstico e planificação. O autor apenas fez o diagnóstico do seu projeto e planificou todos os passos das fases de execução e avaliação mas sem referir, particularmente, a sua realização. 

Tendo em conta a fase em que me encontro na realização do meu projeto, penso que a análise de uma tese em que constassem todas as fases me teria proporcionado uma aprendizagem bastante mais rica, do ponto de vista em que eu poderia aplicar esses conhecimentos presentemente, na fase de execução e futuramente na fase da realização da avaliação.

Através da leitura desta tese consegui perceber que o modo como a mesma está estruturada é bastante semelhante ao relatório de projeto que o meu grupo de trabalho tem vindo a desenvolver, pelo que também não acrescentei aprendizagens significativas nas duas 1ªs fases de elaboração do relatório.

Em termos da metodologia também não adquiri aprendizagens significativas, na medida em que a presente tese carece de conteúdos a nível da metodologia. O autor apenas inclui no enquadramento teórico a história da Educação e Formação de Adultos (EFA) e refere o processo RVCC e a sua aplicação em Portugal, não tendo portanto qualquer conteúdo referente à metodologia.
Ao longo das fases iniciais do projeto, o autor realiza entrevistas e análises documentais, e planifica ainda a realização de questionários na fase de avaliação, mas não tem qualquer capitulo em que descreva teoricamente de que se trata uma entrevista, um questionário, etc.

Posso acrescentar que as aprendizagens que adquiri ao ler e analisar esta tese foram mais ao nível do processo RVCC e da história da Educação e Formação de Adultos.